Cléo Reis- A Velha Mansão

              
                          Homenagem ao CONPPAC -   Feira do Livro 2013

                        Mãos grossas destroem rapidamente o perfeito,
sem idade, perfeitamente Belo

Mentes enérgicas constroem janelas
 em caixas  sobrepostas
para abrigarem ideias  práticas,
cada vez mais distantes da Arte
e do  verde - sereno
espaço da  Harmonia

Para a ânsia de ganhar mais e sempre
não há encanto,  sentimento, emoção,
 história - Vida

Por isso,
apesar dos Bancos,
ficou triste e vazia
a minha velha rua.

Publicada no Jornal O DIÁRIO22/julho/1986,
 dia  seguinte  à destruição da  Mansão  Junqueira, na rua  Américo Brasiliense     e
 no Livro  “RITORNELO DO AMOR”- Poesias 1988






















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